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domingo, 17 de julho de 2011

Hospital do Egito nega que Mubarak esteja em coma

Hosni Mubarak

 O ex-presidente do Egito está internado num hospital no resort de Sharm el-Sheikh, na região do Mar Vermelho, desde abril por causa de problemas cardíacos.

O chefe do hospital localizado no resort Sharm el-Sheikh negou nesta domingo, 17, que o ex-presidente do Egito Hosni Mubarak esteja em coma, como foi informado pela TV estatal.

Mais cedo, o advogado do ex-ditador, Farid el-Deeb, tinha dito à TV que seu cliente estava "em coma profundo, depois que sua saúde se deteriorou repentinamente".
De acordo com a Associated Press, Assem Azzam, chefe da equipe que supervisiona a saúde Mubarak negou também que ele tenha sofrido um acidente vascular cerebral (AVC) como foi noticiado por algumas agências.

Segundo Azzam, Mubarak, de 83 anos, sofreu uma queda repentina de pressão, sentiu tontura, mas agora sua condição é estável.
Agência Estado

terça-feira, 12 de julho de 2011

Repórter foi vítima de armação policial, diz Corregedoria

Jornalista Roberto Cabrini deixa o 13º Distrito Policial
A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo concluiu que o repórter Roberto Cabrini, hoje à frente do “Conexão Repórter”, do SBT, foi alvo de uma armação de policiais civis há três anos. A informação é da reportagem de André Caramante publicada na edição desta terça-feira da Folha.
De acordo com o texto, o relatório final da Corregedoria não aponta explicação sobre o motivo de os seis policiais envolvidos, entre eles um delegado, terem armado a prisão de Cabrini em abril de 2008. Na ocasião, ele foi acusado de levar papelotes de cocaína em seu carro.
Porém, uma hipótese levantada pela Corregedoria envolve Oscar Maroni Filho, dono da boate Bahamas. A prisão teria sido forjada para se vingar de uma reportagem na qual o Bahamas apareceu como “prostíbulo de luxo”. Ouvido pela Corregedoria, Maroni negou.
Os policiais civis Edmundo Barbosa, João Roberto de Moraes e Alexsandro Martins Luz, o carcereiro Igor André Santos Machado e o delegado Ulisses Augusto Pascolati não foram localizados ontem para falar sobre a conclusão da Corregedoria.
O delegado Pascolati é o atual chefe do 101º DP (Jardim Embuias) e está em férias, fora do país.
O investigador Sérgio Jacob da Costa, segundo a Corregedoria, está preso, mas por outro caso. José Solon de Melo, advogado de Oscar Maroni Filho, também não foi encontrado. O mesmo ocorreu com a comerciante Nadir Dias da Silva.





Procurador Geral da República pede condenação de 36 dos 40 envolvidos no mensalão

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou nas alegações finais do processo do mensalão que o esquema se trata da “mas grave agressão”, as valores democráticos do país. Nas 390 páginas que compõem as alegações finais, o procurador-geral manteve as acusações contra 36 dos 40 réus em julgamento no STF. Para o procurador, não há provas contra dois réus, outro fechou acordo com a promotoria e um quarto já morreu.
“Trata-se da mais grave agressão aos valores democráticos que se possa conceber”, escreveu o procurador. Entre réus que o procurador manteve as acusações estão o ex-chefe da Casa Civil, José Dirceu, os deputados federais João Paulo Cunha (PT), presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, e Valdemar Costa Neto, secretário-geral do PR, o ex-deputado federal Roberto Jefferson, presidente do PTB, Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, e o publicitário Marcos Valério.

Em suas alegações, Gurgel ainda firmou que tem “plena confiança” que o Supremo Tribunal Federal (STF) aplique “penas de formas justas” ao acusados de envolvimento no esquema do mensalão. “O Procurador-Geral da República tem plena confiança que o Supremo Tribunal Federal, de modo isento, aplicará as penas de forma justa, sancionando adequadamente os responsáveis”, diz um trecho da alegação final.

Gurgel tirou Luiz Gushiken e Antônio Lamas da lista de acusados alegando que não há provas contra o ex-ministro do governo Lula e Lamas. Na alegação, o procurador diz que está “plenamente convencido” que as provas e elementos conseguidos no inquérito comprovam “a existência do esquema de cooptação de apoio político descrito na denúncia”.

Acusação

Segundo Gurgel, o grupo agiu ininterruptamente no período entre janeiro de 2003 e junho de 2005 e era dividido em núcleos específicos, cada um colaborando com o todo criminoso em busca de uma forma individualizada de contraprestação. Nas 390 páginas da alegação, o procurador faz uma ampla explanação sobre as formas de atuação de cada um dos réus no esquema.

O procurador ainda pede, além da punição dos envolvidos, que o STF defina o modo para que os acusados devolvam aos cofres públicos os valores desviados com o esquema.

“Dentro do contexto sancionatório, é relevante a aplicação da pena de perda de cargo, função pública ou mandato eletivo e a cassação de aposentadoria dos réus servidores públicos. É necessário, ainda, que sejam definidos os efeitos patrimoniais da condenação (…) de modo a compelir os acusados a ressarcirem o erário, com a perda dos valores empregados ou auferidos de alguma forma com os crimes praticados”, afirmou. (com informações do G1)

sábado, 9 de julho de 2011

MISSA DE 7° DIA DE ITAMAR EM BELO HORIZONTE

Uma missa de sétimo dia em homenagem ao ex-presidente Itamar Franco foi celebrada na noite desta sexta-feira (8) em uma capela no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte. Cerca de 50 pessoas participaram da cerimônia, que foi celebrada pelo arcebispo metropolitano de BH, dom Walmor Oliveira de Azevedo. Itamar Franco morreu no dia 2 de julho, em São Paulo, no Hospital Albert Einstein, onde estava internado desde o dia 21 de maio para o tratamento de uma leucemia. O governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, presente na missa, disse que novas homenagens serão feitas a Itamar. “Tudo o que foi feito nesta semana foi uma celebração a sua memória. Continuamos com esta tristeza”, disse. Com informações do G1.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Brasil: Baixa renda terá telefone fixo a R$ 9,50


O valor de R$ 9,50 prevê a isenção do ICMS
O governo anuncia na próxima semana um programa de telefones fixos para famílias e pessoas de baixa renda a R$ 9,50 por 90 minutos mensais. O início é imediato.
Segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o objetivo é atender as cerca de 12,6 milhões de casas beneficiadas pelo Bolsa Família, mais os aposentados rurais e os cadastrados como deficientes.

O valor de R$ 9,50 prevê a isenção do ICMS (imposto estadual), sob o argumento de que os Estados não terão nenhuma perda de arrecadação, pois o público-alvo não é usuário atualmente e, portanto, não paga nenhum imposto ou taxa em relação ao serviço.

Na hipótese de Estados que, mesmo assim, não queiram abrir mão do imposto, o preço final passará de R$ 9,50 para R$ 13,30. O valor da assinatura básica é hoje de R$ 46, segundo Bernardo.


Informações da Folha de S. Paulo

terça-feira, 29 de março de 2011

Lula se emociona e chora ao falar da morte de José Alencar

Ex-presidente disse que vai dedicar título 'honoris causa' a José Alencar.
'O Brasil perde um homem de dimensão excepcional', disse Lula.

 
Luiz Inácio Lula da Silva  (Foto: Natasha Bin/ G1)
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em
Coimbra, Portugal.
 
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi às lágrimas nesta terça-feira (29), em Coimbra, ao falar sobre a morte do ex-vice-presidente José Alencar. "Conheço poucos seres humanos que tenham a alma de José Alencar, a bondade dele”, disse. “O Brasil perde um homem de dimensão excepcional”.
José Alencar, 79 anos, morreu às 14h41 desta terça (29), no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em razão de câncer e falência múltipla de órgãos, segundo informou o hospital. Lula e Dilma disseram ter recebido a notícia juntos, por telefone, pelo médico Raul Cutait.
Lula e Dilma regressam ao Brasil nesta quarta-feira (30), após cerimônia na Universidade de Coimbra de entrega do título "doutor honoris causa" ao ex-presidente Lula.
Lula e Dilma devem chegar a Brasília por volta das 20h desta quarta, segundo a assessoria do Palácio do Planalto. As reuniões de Dilma Rousseff com o presidente de Portugal, Cavaco Silva, e com o primeiro-ministro português, José Sócrates, foram canceladas.
O ex-presidente afirmou que vai dedicar o título de "doutor honoris causa" pela Universidade de Coimbra a José Alencar.

Medicamentos
Lula disse que foi questionado pela equipe médica e pela família sobre a possibilidade de Alencar parar de tomar os medicamentos de combate ao câncer. "Eu era favorável que ele parasse de tomar remédio, queria que ele vivesse da forma mais prazerosa possível”, disse Lula.
Lula disse que conversou com Alencar antes de viajar para Portugal. "Falei com ele praticamente toda a semana. Ele era um otimista. Antes de vir para cá, eu liguei para ele", afirmou. "Ele [Alencar] sabia que do ponto de vista clínico não tinha muita expectativa, mas ele tinha esperança", concluiu.(G1)

Ex-vice-presidente José Alencar morre aos 79 anos

Nos últimos 13 anos, Alencar enfrentou batalha contra o câncer.
Ele passou por diversas cirurgias e buscou tratamento alternativo nos EUA.


O ex-vice-presidente da República José Alencar, 79 anos, morreu às 14h41 desta terça (29), no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em razão de câncer e falência múltipla de órgãos, segundo informou o hospital.
A presidente Dilma Rousseff afirmou em Portugal que o velório será no Palácio do Planalto. O primeiro ministro a se manifestar, Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência, se emocionou ao receber a notícia durante uma entrevista (saiba o que disseram políticos e personalidades).
Na última das várias internações, Alencar estava desde segunda (28) na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital Sírio Libanês, em São Paulo, com quadro de suboclusão intestinal.
O ex-vice-presidente lutava contra o câncer havia 13 anos, mas nos últimos meses, a situação se complicou.
Após passar 33 dias internado – inclusive no Natal e no Ano Novo –, o ex-vice-presidente havia deixado o hospital no último dia 25 de janeiro para ser um dos homenageados no aniversário de São Paulo.

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A internação tinha sido motivada pelas sucessivas hemorragias e pela necessidade de tratamento do câncer no abdômen. No dia 26 de janeiro, recebeu autorização da equipe médica do hospital para permanecer em casa. No entanto, acabou voltando ao hospital dias depois.
Durante o período de internação, Alencar manifestou desejo de ir a Brasília para a posse da presidente Dilma Rousseff. Momentos antes da cerimônia, cogitou deixar o hospital para ir até a capital federal a fim de descer a rampa do Palácio do Planalto com Luiz Inácio Lula da Silva.

Ele desistiu após insistência da mulher, Mariza. Decidiu ficar, vestiu um terno e chamou os jornalistas para uma entrevista coletiva, na qual explicou por que não iria à posse e disse que sua missão estava “cumprida”.
Na conversa com os jornalistas, voltou a dizer que não tinha medo da morte. “Se Deus quiser que eu morra, ele não precisa de câncer para isso. Se ele não quiser que eu vá agora, não há câncer que me leve”, disse.
No mesmo dia, ele recebeu a vista de Lula, que deixou Brasília logo após a posse de Dilma.

Internações
Os últimos meses de Alencar foram de internações sucessivas. Em 9 de fevereiro, ele foi hospitalizado devido a uma perfuração no intestino.
O ex-vice-presidente já havia permanecido internado de 23 de novembro a 17 de dezembro para tratar uma obstrução intestinal decorrente dos tumores no abdômen. No dia 27 de novembro, foi submetido a uma cirurgia para retirada de parte do tumor e de parte do intestino delgado.